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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dólar tem sétima alta seguida e fecha no maior patamar desde março,


09/09/2011 17h12 

Moeda norte-americana avançou 1,04%, a R$ 1,6772 na venda.

No mês, valorização chega a 5,32%.

O dólar completou o sétimo pregão seguido de alta nesta sexta-feira (9) e anulou as perdas ao longo do ano. O medo de um calote na Grécia e a saída surpreendente de um diretor do Banco Central Europeu (BCE) intensificaram a busca por proteção nesta sexta.
A moeda norte-americana subiu 1,04%, a R$ 1,6772 na venda. Este é o maior patamar de fechamento desde o dia 17 de março, quando a moeda fechou cotada a R$ 1,6860.
Ao longo desta semana, o dólar acumula alta de 2,49%; no mês, a valorização chega a 5,32%. No ano, a divisa, que chegou a ter desvalorização de mais de 7% em julho, agora sobe 0,67%.
Cenário externoA renúncia de Juergen Stark do conselho executivo do BCE demonstrou aos investidores a divisão dentro do banco sobre o programa de compra de bônus, que tem mantido países como Itália e Espanha capazes de se financiar no mercado ao manter em níveis mais baixos os juros de captação.
Também circularam rumores no mercado global sobre a crítica situação da Grécia, que já recebeu dois pacotes de ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia, mas não tem conseguido cumprir as metas de controle orçamentário.
"O dólar está ajustando a (o que acontece) lá fora", disse o operador da corretora Renascença, José Carlos Amado.
Se a situação piorar no exterior, o dólar pode alcançar o patamar de R$ 1,70, disse Amado, o que pode até prejudicar o fluxo de dólares ao país, até agora positivo. "O próprio exportador pode ter a percepção de que (o dólar) pode ir para um patamar maior em função do cenário ruim lá fora."
A taxa Ptax , calculada pelo Banco Central (BC) e usada como referência para os ajustes de contratos futuros e outros derivativos de câmbio, fechou a R$ 1,6774 para venda, em alta de 1,26%.
Nesta sexta-feira, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado à vista, com taxa de corte de R$ 1,6803.

Do G1, com informações da Reuters

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Mochilas com rodinhas podem prejudicar coluna




04-02-2011

Coloridas, algumas com estampas de super-heróis ou princesas encantadas. As mochilas de rodinhas fazem a alegria da criançada nesta volta as aulas. Mas especialistas apontam que crianças e adolescentes que carregam mochilas inadequadas podem desenvolver várias doenças ortopédicas. O ortopedista do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Luiz Eduardo Carelli, alerta que as mochilas da moda, irresistíveis aos olhos dos estudantes, podem prejudicar a coluna. Segundo Luiz Eduardo Carelli, os pais devem considerar vários fatores antes de escolher o modelo da mochila. “Os pais devem adquirir algum modelo que se ajuste entre as costas da criança e a região lombar e que essa mochila não ultrapasse a linha da cintura e esteja bem ajustada”, recomenda Luiz Eduardo Carelli.


Luiz Eduardo Carelli lembra ainda que os modelos devem ser escolhidos de acordo com o perfil de cada criança. As mochilas com rodinhas, por exemplo, são mais indicadas para quem tem até quatro anos de idade. Mas, mesmo nestas situações, o especialista do INTO explica que devem ser tomados alguns cuidados. "Os pais devem prestar atenção no ajuste para que a alça dessa rodinha fique ao nível da mão da criança. Não deixar que a criança vá com o corpo de encontro à alça abaixando de um lado o corpo”, explica Luiz Eduardo Carelli.

Outra recomendação importante é que as crianças maiores devem optar pelos modelos de alças acolchoadas, que protegem a pele de abrasões. A mochila com alça diagonal, conhecida como "bolsa carteiro", deve ser evitada. Ela acumula o peso em um único lado do corpo e pode provocar desvios na coluna.

Fonte: Agência Brasil

Remédios contra hipertensão e diabetes serão gratuitos


Programa lançado pela presidenta Dilma e pelo ministro Padilha deve dobrar número de beneficiários do Aqui Tem Farmácia Popular
04-02-2011
Fonte: Agência Brasil



A rede de farmácias e drogarias conveniadas à rede Aqui Tem Farmácia Popular começa a oferecer, a partir desta quinta-feira (3), medicamentos gratuitos para o tratamento de hipertensão e diabetes. O anúncio foi realizado pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Até o dia 14 deste mês, todos os 15.069 estabelecimentos credenciados já terão aderido plenamente ao programa, após concluírem a adaptação dos sistemas de vendas.

“Cuidar da saúde de uma sociedade está entre as obrigações intransferíveis de um Estado democrático, comprometido com a justiça social e o bem-estar das famílias”, disse a presidenta Dilma Rousseff, durante a solenidade de lançamento do programa.

A presidenta Dilma destacou que os medicamentos são o item de maior peso no bolso das famílias mais humildes: 12% da renda da população mais pobre são gastos com remédios, contra 1,7% no caso das faixas de maior poder aquisitivo. “Não podíamos admitir que este ônus de origem social colocasse em risco a vida de portadores pobres de disfunções para as quais a medicina já tem tratamento seguro e garantido”, enfatizou.

A oferta de medicamentos gratuitos na rede Aqui Tem Farmácia Popular foi normatizada por portaria do Ministério da Saúde e viabilizada por acordo com sete entidades da indústria e do comércio farmacêutico (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa – Interfarma; Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais – Alanac; Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos - Pró-Genéricos; Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo – Sindusfarma; Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias – Abrafarma; Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico – Abcfarma; Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias – Febrafar).

“Pelo acordo, o Ministério se compromete a ampliar a oferta de medicamentos pelo programa e o setor produtivo a reduzir sua margem de lucro sobre cada medicamento, para que o usuário o leve para a casa sem nenhum custo”, explicou o ministro Alexandre Padilha.

O impacto no orçamento do Aqui Tem Farmácia Popular será acompanhado e mensurado pelo ministério com base nas informações do sistema de gerenciamento do programa. A expectativa é que o acesso da população aos medicamentos oferecidos gratuitamente cresça substancialmente.

TRANSPARÊNCIA E CONTROLE – No lançamento do Saúde Não Tem Preço, o ministro Alexandre Padilha anunciou o fortalecimento dos mecanismos de controle e transparência da rede Aqui Tem Farmácia Popular: blindagem eletrônica das transações, que repele tentativas de violações à privacidade do cliente ou usuário dos serviços; implantação de um cupom vinculado, que conterá informações detalhadas sobre o comprador, o estabelecimento e o médico que prescreveu aquele medicamento; criação de um cadastro de vendedores, com controle do acesso de todos os atendentes das empresas credenciadas; e cruzamento com o Sistema de Óbito do Ministério da Previdência (SISOBI), excluindo indivíduos registrados como falecidos que estejam relacionados às vendas realizadas. “Estamos ampliando a atuação de fiscalização e auditoria do Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS)”, acrescentou o ministro Padilha.

ABRANGÊNCIA – O Aqui Tem Farmácia Popular atualmente beneficia cerca de 1,3 milhão de brasileiros por mês. Destes, aproximadamente 660 mil são hipertensos e 300 mil, diabéticos. O programa é desenvolvido pelo governo federal em parceria com a rede privada de farmácias e drogarias, que se credenciam espontaneamente ao firmarem convênio com o Ministério da Saúde.

Com exceção dos medicamentos para diabetes e hipertensão – que a partir de agora passam a ser gratuitos – o governo federal financia 90% do valor de referência dos medicamentos no Aqui Tem Farmácia Popular, cujo orçamento para 2011 é de R$ 470 milhões.

Pelo programa, a população tem acesso a 24 tipos de medicamentos para hipertensão, diabetes e mais cinco doenças (asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma), além de fraldas geriátricas. É necessário que o usuário apresente CPF, documento com foto e receita médica, exigida para evitar a automedicação.

O PROGRAMA – O Farmácia Popular foi criado em 2004, com unidades próprias/institucionais conhecidas como Farmácia Popular do Brasil, para oferecer à população mais uma forma de acesso a medicamentos, além dos cerca de 560 tipos oferecidos gratuitamente nas unidades públicas de saúde. Em 2006, a estratégia foi estendida à rede privada, recebendo a denominação “Aqui Tem Farmácia Popular”. Atualmente, essa modalidade do programa é desenvolvida em mais de 2,5 mil municípios.

AS DOENÇAS – No Brasil, a hipertensão arterial é diagnosticada em cerca de 33 milhões de brasileiros. Destes, 80% – ou aproximadamente 22,6 milhões de hipertensos – são atendidos na rede pública de saúde. Entre os 7,5 milhões de diabéticos diagnosticados no país, seis milhões (80% do total) recebem assistência no SUS.
O aumento da prevalência de hipertensão, diabetes e obesidade – também conhecidas como “epidemia do século” – é atribuído a padrões alimentares e de qualidade de vida, fortemente associados à má alimentação, falta de atividade física e ao estresse. O envelhecimento da população também contribui com o aumento da prevalência dessas doenças. Fatores genéticos devem ser considerados.

Por Renatha Melo, Barbara Semerene e Leonidas Albuquerque, da Agência Saúde - Ascom/MS
61/3315-2591, 3315-3580 e 3315-2351

Confira, abaixo, os princípios ativos dos medicamentos contra hipertensão e diabetes que passarão a ser oferecidos gratuitamente nos estabelecimentos credenciados ao Aqui Tem Farmácia Popular.

A relação dos nomes (comerciais) dos medicamentos será informada nos pontos de venda.

As medidas anunciadas nesta quinta-feira (3) deverão ser implementadas pelos estabelecimentos até o próximo dia 14, período concedido para adaptação dos sistemas de vendas das farmácias e drogarias conveniadas. Mas, aquelas que se adequarem antes desse prazo já poderão oferecer gratuitamente medicamentos contra hipertensão e diabetes aos usuários do programa.

Hipertensão
Captopril 25 mg, comprimido
Maleato de enalapril 10 mg, comprimido
Cloridrato de propranolol 40 mg, comprimido
Atenolol 25 mg, comprimido
Hidroclorotiazida 25 mg, comprimido
Losartana Potássica 50 mg
 
Diabetes
Glibenclamida 5 mg, comprimido
Cloridrato de metformina 500 mg, comprimido
Cloridrato de metformina 850 mg, comprimido
Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, frasco-ampola 10 ml
Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, frasco-ampola 5 ml
Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, refil 3ml (carpule)
Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, refil 1,5ml (carpule)
Insulina Humana Regular 100 UI/ml, solução injetável, frasco-ampola 10 ml
Insulina Humana Regular 100 UI/ml, solução injetável, frasco-ampola 5 ml
Insulina Humana Regular 100UI/ml, solução injetável, refil 3ml (carpules)
Insulina Humana Regular 100UI/ml, solução injetável, refil 1,5ml (carpules)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MATERNIDADE: Mulheres brasileiras preferem ter filhos depois dos 30

24/01/2011

O número de mães brasileiras que tiveram filhos entre trinta e trinta e quatro anos de idade aumentou 2,4% nos últimos dez anos. Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,  IBGE revela que em estados mais desenvolvidos como São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul nascem mais filhos de mães entre 25 e 29 anos que entre 20 e 24 anos. Dados da pesquisa Saúde Brasil de 2009, do Ministério da Saúde, também confirmam esse cenário. A partir de 2003, cresceu o total de partos de mães com idades entre 25 e 34 anos e a idade média das mães brasileiras aumentou de 25,1 anos para 25,7 em 2007. Segundo o membro da Comissão de Reprodução Humana da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Newton Eduardo Pusso, a mulher ficou mais moderna, independente e outras prioridades retardaram a vontade de ter filhos. "A medida que demos a independência sexual da mulher em relação ao homem contra a gravidez nós demos a ela o justo poder de decidir quando elas queriam ter filhos. Com o uso da pílula, a mulher engravida quando e com quem ela quiser. E com isso fez com que elas tivesse dentro da sociedade uma postura mais participante. Ela buscou a formação, a graduação, um lugar na vida profissional fazendo com que a maternidade dentro dessas situações fosse postergada."analisa Newton Eduardo Pusso.

Mas, mesmo com tanta independência, Newton Eduardo Pusso alerta que a mulher moderna que deseja ter filhos precisa respeitar o organismo e rever as prioridades. "Se a mulher já tem um parceiro definido e encontrou nesse parceiro o pai do seu filho, que ela inverta as prioridades. A medida que o tempo passa a qualidade dos óvulos vai piorando. A chance de gravidez começa a diminuir de maneira importante após trinta e sete e trinta e oito anos de idade."explica. 

Newton Eduardo Pusso lembra que, para ter uma gravidez segura, o pré-natal deve ser uma prioridade da mulher, qualquer que seja a idade. Um bom acompanhamento da gestação pode garantir saúde para mãe e bebê. No Brasil, esse atendimento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde.

FONTE: Ministério da Saúde

DENGUE: Ministro quer rede particular integrada

24-01-2011

Em reunião com representares das operadoras de planos de saúde, em São Paulo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, discutiu sobre a importância do atendimento dos pacientes de dengue na rede hospitalar e a notificação dos casos. Na analise de Padilha, a rede privada de saúde também têm papel fundamental no tratamento eficaz dos pacientes de dengue. Além disso, o ministro quer que os estabelecimentos particulares notifiquem os casos às autoridades com rapidez para se ter conhecimento efetivo da situação da doença no País.  "Nós estamos orientando as unidades de saúde e os profissionais a, no primeiro sinal e sintoma de dengue, tratar o paciente como prioritário, tendo um fluxo prioritário dentro do centro de saúde, dentro da UPA, no pronto-socorro. Vou fazer isso também com as operadoras de plano de saúde, porque essa prioridade tem que ser também em relação aos usuários de plano de saúde. Tem situações em que a saúde suplementar, os planos de saúde não se organizam para isso, e por isso, esses pacientes não são conduzidos dessa forma" explica o ministro. Ele também acrescentou que pretende redistribuir o protocolo de atendimento ao paciente de dengue a todos os médicos do Brasil, numa parceria com o Conselho Federal de Medicina.  

Brasil fecha 2010 com crescimento de 7,8% no consumo de energia elétrica

24-01-2011

 O consumo de energia elétrica no Brasil teve um aumento de 7,8% em 2010, em relação ao ano anterior. Segundo dados divulgados hoje (24) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, foram consumidos 419.016 gigawatts-hora (GWh) no país, no ano passado.
O aumento do consumo, segundo a EPE, foi puxado principalmente pela expansão do gasto de energia da indústria. Com um aumento de 10,6%, a indústria contribuiu com mais da metade do crescimento do consumo geral e superou os valores de 2008, período anterior à crise financeira internacional.
Os setores residencial e comercial também mantiveram níveis elevados de crescimento no consumo, de acordo com a EPE. As residências tiveram um aumento de 6,3% e o setor de comércio e serviços, uma alta de 5,9% em relação ao ano anterior.

Fonte:  Agência Brasil

Vestibular da Universidade Aberta recebe inscrições até 31 de janeiro

24 de janeiro de 2011
 
A Comissão Permanente do Vestibular (Copeve) da UFMG recebe até as 17h da próxima segunda-feira, 31 de janeiro, inscrições para o Vestibular 2011 relativo aos cursos na modalidade Educação a Distância, do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Os cursos oferecidos são Licenciatura em Matemática, Bacharelado em Geografia e Pedagogia, distribuídos por 11 polos em nove mesorregiões de Minas Gerais (nomeados pelas cidades-sede): Araçuaí, Campos Gerais, Conceição do Mato Dentro, Conselheiro Lafaiete, Corinto, Formiga, Governador Valadares, Januária e Teófilo Otoni. Cada um dos cursos é oferecido apenas em alguns dos polos.
As informações sobre o Vestibular na modalidade a distância estão no edital disponível no site da Copeve, por meio do qual devem também ser feitas as inscrições. O valor da taxa de inscrição ao concurso é de R$ 10. Outras informações pelos telefones (31) 3409-4408 e 3409-4409.

FONTE:  http://www.ufmg.br/online/arquivos/017950.shtml